A História de Jerusalém

Por Mahdi Abdul Hagi*

SÍRIA: Um dia mais que perfeito em Damasco (parte II)

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Liberdade, ainda que tardia

SÍRIA: Um dia mais que perfeito em Damasco (parte I)

 

"Hititas, cananeus, assírios, babilônios, aramaicos, romanos, bizantinos.

 Não seria possível que tamanha imponência antropológica desse menos no que deram

Sanduiche Beirute

Ingredientes :

 

Doce de Figo Seco

Ingredientes:

1/2 kg de figo

3 xícaras (chá) de açúcar

4 copos de água

2 colheres (chá) de erva-doce

Nozes picadas.

 

Modo de preparo:

Lave os figos, escorra a água e tire os talos. Se os figos forem grandes, corte-os em quatro; se forem pequenos, em dois. À parte, junte a água e o açúcar e leve ao fogo brando sem mexer. Assim que ferver, junte os figos e a erva-doce, deixe cozinhando e mexa de vez em quando, apenas para não grudar no fundo da panela.

Quando começar a engrossar, adicione as nozes.

Ao atingir o ponto, retire do fogo e deixe esfriar.

 

Fonte: http://receita-culinaria-arabe.blogspot.com/2009/01/receita-arabe-doce-de-figo-seco.html

A Culinaria Árabe

Culinária árabe é um termo que define as diversas culinárias regionais existentes por todo o Mundo Árabe, do Iraque ao Marrocos passando pelo Egito e pelos países do Levante, entre outros. Também foi influenciada pelas culinárias vizinhas, como da Turquia, Paquistão, Irã e Índia, além dos hábitos alimentares dos berberes e de outros povos e culturas que habitavam estas regiões antes do processo de arabização cultural empreendido pelos árabes durante a chamada expansão islâmica.

Originalmente, os árabes da península Arábica baseavam sua alimentação numa dieta de tâmaras, trigo, cevada, arroz e carne, com pouca variedade e uma ênfase em produtos similares ao iogurte, como o labneh. À medida que os povos semitas indígenos da península se expandiram pelo Oriente Médio e pelas regiões vizinhas, seus gostos e ingredientes também variaram.
Existe uma forte ênfase nos seguintes itens, na culinária árabe atual:

Templos do Egito Antigo

Templo de Philae

O templo foi desmontado e reconstruído na Ilha Agilika, a aprox. 550 m. de seu lugar original, na Ilha de Philae. O templo, que era dedicado a deusa Ísis, está localizado num belo cenário com características idênticas ao do anterior. Suas várias capelas e santuários, incluem o Vestíbulo de Nectanebos I que é usado como entrada da ilha, o Templo do Imperador Adriano, o Templo de Hathor, o Quiosque de Trajano (Cama do Faraó), e dois pilonos (pórtico de antigo templo egípcio com forma de duas pirâmides truncadas) que celebram todas as deidades envolvidas no mito de Ísis e Osíris. Durante a noite pode-se assistir ao maravilhoso espetáculo de luzes e sons, quando as silhuetas dos edifícios são projetadas na rocha enquanto sons musicais saem da água. Philae é inesquecível.

O Rio Nilo

O Rio Nilo é um grande rio do nordeste do continente africano que nasce a sul da linha do Equador e desagua no Mar Mediterrâneo.
A sua bacia hidrográfica ocupa uma área de 3 349 000 km² abrangendo o Uganda, Tanzânia, Ruanda, Quénia, República Democrática do Congo, Burundi, Sudão, Sudão do Sul, Etiópia e Egito. A partir da sua fonte mais remota, no Burundi, o Nilo apresenta um comprimento de 6 852 15 km.
É formado pela confluência de três outros rios, o Nilo Branco (Bahr-el-Abiad), o Nilo Azul (Bahr-el-Azrak) e o rio Atbara. O Nilo Azul (Bahr-el-Azrak) nasce no Lago Tana (Etiópia), confluindo com o Nilo Branco em Cartum, capital do Sudão.
Até 2008, era considerado o maior rio do mundo, perdendo o posto para o Rio Amazonas, que é 140 km mais extenso.

Etimologia

Jordânia - Exótica, Divina e Possível

Jordânia - Exótica, Divina e Possível. O país está na mira das agências de turismo do Brasil

Uma dose de preconceito com boas pitadas de desconhecimento fazem do Oriente Médio um destino pouco procurado por turistas brasileiros. Uma viagem à Jordânia, por exemplo, o país que abriga a cidade sagrada de Petra, eleita recentemente uma das sete maravilhas do mundo moderno, pode ser uma experiência surpreendente e reveladora, justamente por desfazer a relação simplista que normalmente se cria entre o mundo árabe, guerras, turbulências políticas e extremismo antiocidental. Basta caminhar uma tarde pelas ruas de

Laila e Majnun

"O Ideal nasce do Amor. Sem amor não há ideal e, quando a flecha do amor nos atinge, desaparece o ideal. É o pór quê de nosso ideal não poder ser passado a qualquer outra pessoa, pois cada um é atraído por uma certa forma de beleza, de bondade, de felicidade".

 

Laila e Majnun (árabe majnûn : louco (de amor), laylâ : (Leila), ou Kais et Layla, é uma estória de amor árabe dedicada pelo poeta “Kais Ibn Almoulawwah" A sua prima e amada “Layla Alamiriyya”. Trata-se de uma narrativa de fatos reais, sendo semelhante a Romeu e Julieta e que inspirou muitos escritores, poetas e artistas muçulmanos como Nizami, Djami e Mir Alisher Navoï.

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