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Sabores da Culinária Árabe

Comida tradicional no Golfo Árabe e Oriente Médio

Carnes: O carneiro é o principal animal consumido. Sua carne é assada ou guisada, normalmente recheada e ricamente temperada. A carne de cabrito, a galinha e o peru também são apreciados.

Grãos: Entre os grãos destacam-se o trigo, a lentilha, a ervilha, o grão-de-bico e o arroz. Favas são típicas do Egito, presentes no fool midammis, sopa bem grossa à base de feijão, servida normalmente durante o café da manhã.

Verduras e Legumes: São preparados recheados e em conserva, Na Síria e no Líbano, eles recebem o nome de mehchi; na Turquia, dolmas; na Grécia, dolmathes; no Irã, dolmeh. Entre os principais legumes usados estão a abobrinha, repolho, folha de videira ou de parra, acelga, tomate, pimentão e berinjela. Vegetais em conserva, os kabees ou torshi são muitos populares e servidos como entrada ou acompanhamento.

Árabes encontram paz e prosperidade em São Paulo

Avenida Paulista, um dos principais centros financeiros do Brasil

São Paulo - A comunidade árabe no Brasil, estimada em 12 milhões de pessoas, “está em sua grande maioria estabelecida em São Paulo”, diz o representante da etnia no Conselho Estadual de Comunidades de Raízes e Culturas Estrangeiras (Conscre), Rezkalla Tuma. O primeiro registro oficial da imigração árabe no Brasil data de 1835, com a chegada dos irmãos Zacarias no Rio de Janeiro, vindos de Beirute.

Mas foi por volta de 1865 a 1870, que começaram a chegar as primeiras levas de imigrantes. Eles saíam da Síria que, naquele tempo era ocupada pelo império Turco Otomano, pelo porto de Beirute, com o passaporte turco. Por isso, esses primeiros imigrantes eram todos tidos como turcos, conta Tuma. “Só que o turco não tem nada a ver com o árabe, é outra raça, outra etnia, outra nacionalidade”, explica o representante da Comunidade Árabe-Síria no Conscre.

Contribuição para a sociedade brasileira

Brasil, 1900

Nas últimas décadas, a contribuição cultural dos árabes tem sido mais lembrada pela culinária, embora haja outros campos em que sua presença é marcante.

O aumento das cadeias de fast-food nos grandes centros urbanos aproximou a população do quibe, da esfiha, do tabule e da coalhada seca, antes circunscritos aos restaurantes típicos. A popularização, sobretudo do quibe e da esfiha, fez com que fossem incorporados a outros locais de alimentação, como as tradicionais pastelarias chinesas, e mesmo bares e padarias de portugueses e brasileiros.

Industria: Deve-se aos árabes a introdução da bóia no plano das descargas de água, que propiciou uma condição mais adequada ao desenvolvimento social. Na metalurgia desenvolveram artefatos de metais indispensáveis e difíceis de se obter na época em São Paulo e no Brasil. A família Rizkallah, responsável por esse avanço fundou em 1898 a tradicional Casa da Bóia, até hoje existente na Rua Florêncio de Abreu.

Café Árabe

Uma xícara de café árabe

No mundo árabe, a cerimônia de preparar e servir o café faz parte da tão conhecida hospitalidade árabe, é sinal de que a visita é bem-vinda e honrada por seu anfitrião.

No deserto ou em uma casa árabe moderna, o tradicional preparar e servir o café é sempre feito com muita dedicação. O ritual básico não mudou muito através das gerações.

Tradicionalmente no deserto o café é preparado na fogueira, em um utensílio, bule especial conhecido como dale. O tradicional fogo de chão é o preferido para o preparo do café porque dizem adicionar um sabor especial. O café depois de pronto e preparado com temperos especiais como hal

Negócios Brasil X Jordânia

Cláudio Machado, conceituado consultor de empresas do Brasil, radicado em Amã, Jordânia, encontra-se naquele país, fechando parcerias com a Câmara de Comércio Golfo Árabico-Brasil Norte da África, e com a empresa de eventos Office Marketing Ltda., uma das mais tradicionais do Brasil. Em breve retornará para Amã, a frente de uma delegação comercial, para fechar com a empresa D4 Expos, contratos de parceria para a realização da Expo Brasil, a grande feira multisetorial do Brasil na Jordânia, a qual será precedida de uma missão comercial, a qual será acompanhado do Dr. Ramez Goussous, embaixador do Reino Hashemita da Jordânia no Brasil. O representante credenciado em Amã é o Sr. Atef Daglees.

No rádio, Lula diz que quer ampliar exportações do Brasil para novos mercados

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje, durante a terceira edição do programa de rádio "Café com o Presidente", a ampliação das exportações brasileiras, principalmente para novos mercados como países do Oriente Médio. Segundo o presidente, o destino de 52% do total de exportações do Brasil é os Estados Unidos e a União Européia. "Nós precisamos muito ampliar as nossas exportações porque achamos que é uma das formas que temos para gerar empregos e, ao mesmo tempo, gerar dólares para o Brasil", destacou.

O Cedro do Libano

O Cedro do Líbano

Conhecida como árvore da vida, o Cedro do Líbano, ou Cedrus libani é uma arvore majestosa e antiqüíssima.
Há cerca de 3.000 a.C. esta árvore já era conhecida. Dentre a família dos cedros a árvore do Líbano é a mais longeva, vive centenas de anos.
Foi o forte do comércio fenício na antiguidade. Na construção do grande templo de Salomão o cedro do Líbano foi a madeira que mais teve aplicação. Os papiros comprovam a grande comercialização entre o Líbano e o Egito desta madeira.
Está mencionada muitas vezes na Bíblia Sagrada e em muitas mitologias, dizem que é o símbolo de força e de eternidade.

Fonte: http://www.brasserievictoria.com.br/cultura.htm

Especiarias Arabes

A utilização das especiarias é um marco da culinária árabe. Na comida árabe tudo tem um sabor peculiar. Conheça algumas especiarias e ingredientes utilizados em pratos árabes:

AÇAFRÃO
O nome vem do árabe zafaran, que significa amarelo. São pistilos secos de um arbusto especial que são colhidos manualmente. São necessários aproximadamente 80 mil pistilos para obter meio quilo da especiaria. Originário do Oriente, foi introduzido na Espanha pelos Árabes em torno do ano 900. O açafrão tem uma forte cor amarela e tem um gosto único e penetrante.

ÁGUA DE FLOR DE LARANJEIRA (MAÉ ZAHAR)
Essência típica da culinária sírio-libanesa, é utilizada para aromatizar vários doces.

ÁGUA DE ROSAS (MA'WARD)
Líquido bastante perfumado, extraídos de rosas e utilizados em doces e caldas.

ÁRAQUE (ARAK)

Sopa de Feijão Branco

Ingredientes

250g de feijão branco
3 litros de água
1 folha de louro
1 colher (café) de tomilho
1/2 quilo de músculo
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
2 cebolas pequenas
1 dente de alho
3 tomates grandes
sal a gosto
1 colher (sopa) de páprica
2 colheres (sopa) de salsinha
2 colheres (sopa) de cebolinha verde

Modo de Preparo

Deixar o feijão de molho na água de véspera. Cozinhar até ficar macio com o louro, o tomilho e a carne cortada em pequenos pedaços. Refogar no azeite a cebola e o alho e adicionar ao feijão juntamente com o tomate picado, o sal, a páprica. Ferver mais 15 minutos e servir polvilhada com a salsinha e a cebolinha picadas.

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