História

Os árabes são um povo heterogêneo que principalmente no Oriente Médio e na África setentrional, originário da península arábica constituída por regiões desérticas. As dificuldades de plantio e criação de animais fizeram com que seus habitantes se tornassem nômades, vagando pelo deserto em caravanas, em busca de água e de melhores condições de vida. A essas tribos do deserto dá-se o nome de beduínos.

Civilizações Orientais Antigas

Região e povos do Crescente Fértil
São as mais antigas civilizações da história, que surgem entre 4000 a.C. e 2000 a.C., às margens dos rios Tigre e Eufrates (Mesopotâmia), Jordão (Palestina), Nilo (Egito) , Amarelo (China) , Indo e Ganges (nos atuais Paquistão e Índia) . A maioria desenvolve-se no chamado Crescente Fértil, região propícia para o cultivo que vai do rio Nilo até o golfo Pérsico. Algumas sociedades, porém, que aparecem posteriormente e não contam com o poder fertilizador de grandes rios vivem de atividades pastoris do comércio (fenícios, cretenses) e de conquistas militares (assírios, hititas e persas).

Possuem características comuns, como a escrita, a arquitetura monumental, a agricultura extensiva, a domesticação de animais, a metalurgia, a escultura, a pintura em cerâmica, a divisão da sociedade em classes e a religião organizada.

De modo geral, a forma de governo da maioria das sociedades é a Monarquia teocrática e hereditária, as instituições monárquicas do Egito e da Mesopotâmia - representadas respectivamente pelo faraó e pelo patesi - influenciam os chefes de Estado das demais civilizações. Num primeiro momento, estabelecem-se politicamente em cidades-estados. Posteriormente, por meio de guerras, constroem Impérios como o Babilônico, o Persa e o Assírio.

A religião é politeísta e o deus Sol, um dos mais importantes. As exceções são os hebreus, único povo monoteísta da Antiguidade, e os persas, que acreditam na existência de duas forças divinas - o bem e o mal. A arte também recebe uma forte influência religiosa e tem como temas mais constantes as divindades, os reis, as batalhas e os aspectos da vida cotidiana. A arquitetura é monumental, com edifícios religiosos e governamentais de grande porte. Essas civilizações deixam importantes contribuições, como o alfabeto, a Bíblia, as pirâmides, as técnicas de irrigação, os conhecimentos de astronomia, de astrologia, os sistemas de pesos e medidas e os calendários lunares e solares.

Árabes encontram paz e prosperidade em São Paulo

Avenida Paulista, um dos principais centros financeiros do Brasil

São Paulo - A comunidade árabe no Brasil, estimada em 12 milhões de pessoas, “está em sua grande maioria estabelecida em São Paulo”, diz o representante da etnia no Conselho Estadual de Comunidades de Raízes e Culturas Estrangeiras (Conscre), Rezkalla Tuma. O primeiro registro oficial da imigração árabe no Brasil data de 1835, com a chegada dos irmãos Zacarias no Rio de Janeiro, vindos de Beirute.

Mas foi por volta de 1865 a 1870, que começaram a chegar as primeiras levas de imigrantes. Eles saíam da Síria que, naquele tempo era ocupada pelo império Turco Otomano, pelo porto de Beirute, com o passaporte turco. Por isso, esses primeiros imigrantes eram todos tidos como turcos, conta Tuma. “Só que o turco não tem nada a ver com o árabe, é outra raça, outra etnia, outra nacionalidade”, explica o representante da Comunidade Árabe-Síria no Conscre.

Contribuição para a sociedade brasileira

Brasil, 1900

Nas últimas décadas, a contribuição cultural dos árabes tem sido mais lembrada pela culinária, embora haja outros campos em que sua presença é marcante. O aumento das cadeias de fast-food nos grandes centros urbanos aproximou a população do quibe, da esfiha, do tabule e da coalhada seca, antes circunscritos aos restaurantes típicos. A popularização, sobretudo do quibe e da esfiha, fez com que fossem incorporados a outros locais de alimentação, como as tradicionais pastelarias chinesas, e mesmo bares e padarias de portugueses e brasileiros.

 

Industria:

Deve-se aos árabes a introdução da bóia no plano das descargas de água, que propiciou uma condição mais adequada ao desenvolvimento social.

Jordania - um pais de contrastes e um mosaico de paisagens

Jordânia: Ritual de passagem abrilhanta Petra.
Petra? Onde é isso? A pergunta é recorrente. Essa cidade na Jordânia ainda não se tornou um destino turístico conhecido no Brasil, diferentemente do que ocorre em outros países, especialmente na Europa. Trata-se de um local único, inteiramente esculpido na pedra pelo povo nabateu e que, apesar de parecer distante de outras regiões turísticas, não é tão isolado assim.

Porém, para um brasileiro, é preciso atravessar o mundo para ir a Petra. Mas vale a pena a jornada para conhecer essa cidade, a pouco mais de duas horas de Amã, a capital da Jordânia, uma das mais modernas do mundo árabe, e a quatro horas de Jerusalém --incluindo aí uma hora de burocracia para atravessar a fronteira israelo-jordaniana.

Ibn Ruchd (Averróes)

Ibn Ruchd (Averróes) - O filósofo árabe herói da renascença européia

Um dos maiores expoentes da filosofia árabe, Abu al-Walid Muhammad ibn Ahmad ibn Muhammad ibn Ruchd, conhecido pelo nome de Averróes, ou Averróis, aprendeu jurisprudência e teologia com o pai e estudou quase todas as ciências e a filosofia do seu tempo, tendo escrito obras sobre medicina, física, astronomia, jurisprudência muçulmana, filosofia e teologia.

Pouco se sabe sobre a sua vida antes de 1169, mas a partir desse período Averróes foi agraciado pelos príncipes de uma dinastia muçulmana (almóada) existente no norte da África e na Espanha.

Em 1169 foi nomeado juiz em Sevilha, em 1171 em Córdoba, mais tarde passou a conduzir um dos ritos muçulmanos observados na região e ainda foi diretor de física em 1182.

Foi considerado um grande crítico filosófico devido à sua interpretação do livro “O legado de Aristóteles” do príncipe “Abo yaacoub youssef”, do qual era próximo e respeitado.

Sobre as Origems da Sociologia

De um modo geral, as contribuições culturais, filosóficas, políticas e científicas que os árabes e muçulmanos deram ao mundo no decorrer dos últimos 1500 anos é hoje praticamente ignorada pelo mundo ocidental. Quando muito, a impressão que se tenta passar é a de que os árabes teriam sido apenas "transmissores" de conhecimento e nunca "produtores" desses mesmos conhecimentos.

Abu Zaid Abdul Rahman (Ibn Khaldun), filho de Abu Bakr Muhammad, nasceu na cidade de Túnis, atual capital da Tunísia, Magreb, Norte da África, em 27 de maio de 1332 (portanto há 673 anos). Esse ano equivalia ao ano 732 dos muçulmanos, pelo calendário islâmico.

Cavalo Àrabe

A origem do cavalo árabe, depois de muitas pesquisas e de divergências históricas, continua sem uma prova definitiva: teria sido uma espécie selvagem que assumiu com o tempo sua forma, originária de cruzamentos entre outras? Teria o homem interferido nessa formação? A questão permanece envolta em mistério. Na verdade a primeira imagem aparece num baixo relevo egípcio do século 16 antes de Cristo.

A Cavalo Árabe de hoje tem uma cabeça pequena e côncava, pescoço arqueado, linha de garupa horizontal e cauda levantada de inserção alta. Estas características foram mantidas até hoje, através de 36 séculos. Quem poderá realmente dizer quantos outros se passaram até que estas características tivessem sido adquiridas e fixadas.

O Cedro do Libano

Cedro do Líbano
O Cedro do Líbano

Conhecida como árvore da vida, o Cedro do Líbano, ou Cedrus libani é uma arvore majestosa e antiqüíssima.
Há cerca de 3.000 a.C. esta árvore já era conhecida. Dentre a família dos cedros a árvore do Líbano é a mais longeva, vive centenas de anos.
Foi o forte do comércio fenício na antiguidade. Na construção do grande templo de Salomão o cedro do Líbano foi a madeira que mais teve aplicação. Os papiros comprovam a grande comercialização entre o Líbano e o Egito desta madeira.
Está mencionada muitas vezes na Bíblia Sagrada e em muitas mitologias, dizem que é o símbolo de força e de eternidade.

Fonte: http://www.brasserievictoria.com.br/cultura.htm

Arábia Saudita

Capital: Riad
Idioma: árabe
Moeda: riyal saudita
Clima: riyal saudita
Fuso horário (UTC): +3

A cultura da Arábia Saudita assenta-se praticamente toda no Islão. Dois dos locais mais sagrados situam-se neste país, o qual se considera o berço da religião. O Islão é uma religião monoteísta, cujo livro sagrado é o Alcorão.

Um dos rituais populares mais famosos da Arábia Saudita é o Ardha, a dança nacional. Esta dança da espada baseia-se nas antigas tradições beduínas: os tambores ecoam em uníssono acompanhando a voz de um poeta que canta em verso, enquanto homens de espada em punho dançam lado a lado.

Pontos turísticos

Mar Vermelho– seu nome se deve às algas que tingem às vezes suas águas de tons avermelhados. É considerado um dos melhores pontos do mundo para a prática do mergulho, devido à riqueza da fauna marinha, temperatura média de 230C e visibilidade superior à 30 metros.

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