História
No Oriente Médio encontra-se a maior riqueza mineral da Ásia: o petróleo. Ali estão os principais lençóis petrolíferos do globo, porém a exploração desse recurso está voltada basicamente para o abastecimento do mercado externo. Esse fato decorre das características econômicas desses países que, não sendo países industriais, não apresentam demanda interna que utilize toda essa matéria-prima. Como exportadores de um produto essencial na manutenção do desenvolvimento e equilíbrio econômico mundial, os países do Oriente Médio sentiram de perto as pressões das companhias estrangeiras, muito interessadas no controle cada vez maior da exploração dessa fonte de energia - 60% das reservas mundiais. Daí, surgiu um organismo internacional muito forte, criado no Iraque em 1960: a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). |
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Os alemães, italianos e japoneses, entre outros, tiveram papel relevante na colonização do Sul e Sudeste do país, enquanto que grupos como os libaneses, espanhóis e portugueses, na sua maioria, ficaram em áreas urbanas, alguns deles identificados com determinadas ocupações. Um dos problemas a enfrentar com relação aos contingentes imigratórios que entraram no Brasil desde 1824 diz respeito à pouca confiabilidade dos dados estatísticos. Os autores que trataram do tema apresentam dados divergentes sobre o assunto, e as estimativas quanto ao número total de imigrantes, seja no conjunto ou por nacionalidade, não se apoiam em números absolutos comprovados. Outro problema com relação às estatísticas é saber quantos imigrantes realmente permaneceram no país, uma vez que tanto o retorno ao lugar do origem como a reemigração para outros países do continente foram comuns. |
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Possuem características comuns, como a escrita, a arquitetura monumental, a agricultura extensiva, a domesticação de animais, a metalurgia, a escultura, a pintura em cerâmica, a divisão da sociedade em classes e a religião organizada. De modo geral, a forma de governo da maioria das sociedades é a Monarquia teocrática e hereditária, as instituições monárquicas do Egito e da Mesopotâmia - representadas respectivamente pelo faraó e pelo patesi - influenciam os chefes de Estado das demais civilizações. Num primeiro momento, estabelecem-se politicamente em cidades-estados. Posteriormente, por meio de guerras, constroem Impérios como o Babilônico, o Persa e o Assírio. A religião é politeísta e o deus Sol, um dos mais importantes. As exceções são os hebreus, único povo monoteísta da Antiguidade, e os persas, que acreditam na existência de duas forças divinas - o bem e o mal. A arte também recebe uma forte influência religiosa e tem como temas mais constantes as divindades, os reis, as batalhas e os aspectos da vida cotidiana. A arquitetura é monumental, com edifícios religiosos e governamentais de grande porte. Essas civilizações deixam importantes contribuições, como o alfabeto, a Bíblia, as pirâmides, as técnicas de irrigação, os conhecimentos de astronomia, de astrologia, os sistemas de pesos e medidas e os calendários lunares e solares. |
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São Paulo - A comunidade árabe no Brasil, estimada em 12 milhões de pessoas, “está em sua grande maioria estabelecida em São Paulo”, diz o representante da etnia no Conselho Estadual de Comunidades de Raízes e Culturas Estrangeiras (Conscre), Rezkalla Tuma. O primeiro registro oficial da imigração árabe no Brasil data de 1835, com a chegada dos irmãos Zacarias no Rio de Janeiro, vindos de Beirute. |
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Nas últimas décadas, a contribuição cultural dos árabes tem sido mais lembrada pela culinária, embora haja outros campos em que sua presença é marcante. O aumento das cadeias de fast-food nos grandes centros urbanos aproximou a população do quibe, da esfiha, do tabule e da coalhada seca, antes circunscritos aos restaurantes típicos. A popularização, sobretudo do quibe e da esfiha, fez com que fossem incorporados a outros locais de alimentação, como as tradicionais pastelarias chinesas, e mesmo bares e padarias de portugueses e brasileiros. Industria: Deve-se aos árabes a introdução da bóia no plano das descargas de água, que propiciou uma condição mais adequada ao desenvolvimento social. Na metalurgia desenvolveram artefatos de metais indispensáveis e difíceis de se obter na época em São Paulo e no Brasil. A família Rizkallah, responsável por esse avanço fundou em 1898 a tradicional Casa da Bóia, até hoje existente na Rua Florêncio de Abreu. |
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O Cedro do Líbano Conhecida como árvore da vida, o Cedro do Líbano, ou Cedrus libani é uma arvore majestosa e antiqüíssima. |
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Capital: Riad A cultura da Arábia Saudita assenta-se praticamente toda no Islão. Dois dos locais mais sagrados situam-se neste país, o qual se considera o berço da religião. O Islão é uma religião monoteísta, cujo livro sagrado é o Alcorão. Um dos rituais populares mais famosos da Arábia Saudita é o Ardha, a dança nacional. Esta dança da espada baseia-se nas antigas tradições beduínas: os tambores ecoam em uníssono acompanhando a voz de um poeta que canta em verso, enquanto homens de espada em punho dançam lado a lado. Pontos turísticos Mar Vermelho– seu nome se deve às algas que tingem às vezes suas águas de tons avermelhados. É considerado um dos melhores pontos do mundo para a prática do mergulho, devido à riqueza da fauna marinha, temperatura média de 230C e visibilidade superior à 30 metros. |
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Capital: Damasco Síria tem uma população de mais de 14 milhões de habitantes. Etnicamente os sírios são de origem semítico. 90 por cento da população árabe, se inclui algumas minorias como os beduínos que somamuns 100.00. O resto se compõe de pequenos grupos de kurdos, armênios circassianos e turcos. Pontos turísticos Palmira– construída em meio ao deserto, ao pé de uma cadeia de colinas, suas ruínas romanas conservam o esplendor do império. Destruída por um grande incêndio e mais tarde por um terremoto, é possível visitar as ruínas do Templo de Baal, a Grande Colunata, a Ágora, e o Palácio Qala´at ibn Maan, um castelo árabe do século XVII. |
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Capital: Muscat Apesar de Omã ser um país bastante moderno, a influência ocidental é reduzida: o islamismo tradicional, ibadita, possui mais restrições que o islamismo sunita e o xiita. A música tradicional acompanha vários aspectos da vida, incluindo nascimentos, cerimônias fúnebres, casamentos e circuncisões. Pontos turísticos Sur– é um local calmo com belas praias, fortes imponentes e um ótimo Museu Marinho. Na praça dos dhows ainda é possível observar como esses barcos tradicionais são construídos. Nizwa– transformada há pouco em um dos maiores pontos turísticos, possui um forte construído em meados do século XVII pelo Sultão bin Saif, servindo de palácio, sede do governo e prisão. Outra atração é o souq que mantém sua vitalidade apesar de ter sido transferido do seu local original. |
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Capital: Beirute O Líbano possuí uma riquíssima cultura herdada desde remotas épocas, de influências que vão da Fenícia ao Império Romano e ao mundo árabe. A cultura árabe como um todo - na qual a cultura libanesa está inserida - se destaca das demais por sua música, religião, danças entre outros aspectos. No Líbano é muito comum a dabke, dança em que várias pessoas dançam ao mesmo tempo de mãos dadas e andando em círculos através dos passos que conduz. O árabe é a língua oficial do país, sendo falado na sua forma de dialecto libanês. Este dialecto é intelegível para os arabofónos do Médio Oriente, caracterizando-se pela presença de várias palavras estrangeiras oriundas do francês, inglês, turco e italiano. |
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