Oriente Próximo
Síntese da Política Brasileira com o Oriente Próximo
Tradicionalmente, a política externa brasileira para o Oriente Médio é orientada pelas seguintes premissas:
- existência no Brasil de grandes comunidades árabes e judaicas;
- interesse no êxito do processo de paz entre árabes e israelenses;
- importância estratégica do Golfo Árabe/Pérsico, cujos países detêm cerca de metade das reservas mundiais de petróleo, abrigam grande mercado consumidor e exportador e são expressivos investidores internacionais;
- relevância da área, verdadeiro centro nervoso internacional, para um país como o Brasil.
Movimentos sociais do Mercosul dizem que integração não pode ser só comercial
La Paz (Bolívia) - A integração regional está saindo do papel, na opinião da presidente do Chile, Michelle Bachelet. Durante a assinatura de acordo para construção de um corredor ligando o Oceano Atlântico ao Pacífico, neste domingo (16 de Dezembro), em La Paz, ela afirmou que os países da região estão conseguindo transformar um “discurso hermoso em realidade”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, em seu discurso, que mais importante que o impulso ao comércio internacional é levar desenvolvimento a povos que antes ficavam “marginalizados”. Citou ainda alguns “alicerces importantes” para a integração, como o Mercosul, a União Sul-Americana de Nações (Unasul) e o recém-criado Banco do Sul.
Dirigindo-se ao presidente da Bolívia, Evo Morales, Lula afirmou que o país andino está “no coração da América do Sul” e, portanto, deve estar no centro de qualquer projeto de integração. O corredor passará por Chile, Bolívia e Brasil.
