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Oriente Médio | Tenda Árabe

Oriente Médio

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Conflito na Palestina

No Oriente Médio encontra-se a maior riqueza mineral da Ásia: o petróleo. Ali estão os principais lençóis petrolíferos do globo, porém a exploração desse recurso está voltada basicamente para o abastecimento do mercado externo. Esse fato decorre das características econômicas desses países que, não sendo países industriais, não apresentam demanda interna que utilize toda essa matéria-prima.

Como exportadores de um produto essencial na manutenção do desenvolvimento e equilíbrio econômico mundial, os países do Oriente Médio sentiram de perto as pressões das companhias estrangeiras, muito interessadas no controle cada vez maior da exploração dessa fonte de energia - 60% das reservas mundiais. Daí, surgiu um organismo internacional muito forte, criado no Iraque em 1960: a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).

O Cedro do Libano

O Cedro do Líbano

Conhecida como árvore da vida, o Cedro do Líbano, ou Cedrus libani é uma arvore majestosa e antiqüíssima.
Há cerca de 3.000 a.C. esta árvore já era conhecida. Dentre a família dos cedros a árvore do Líbano é a mais longeva, vive centenas de anos.
Foi o forte do comércio fenício na antiguidade. Na construção do grande templo de Salomão o cedro do Líbano foi a madeira que mais teve aplicação. Os papiros comprovam a grande comercialização entre o Líbano e o Egito desta madeira.
Está mencionada muitas vezes na Bíblia Sagrada e em muitas mitologias, dizem que é o símbolo de força e de eternidade.

Fonte: http://www.brasserievictoria.com.br/cultura.htm

Especiarias Arabes

A utilização das especiarias é um marco da culinária árabe. Na comida árabe tudo tem um sabor peculiar. Conheça algumas especiarias e ingredientes utilizados em pratos árabes:

AÇAFRÃO
O nome vem do árabe zafaran, que significa amarelo. São pistilos secos de um arbusto especial que são colhidos manualmente. São necessários aproximadamente 80 mil pistilos para obter meio quilo da especiaria. Originário do Oriente, foi introduzido na Espanha pelos Árabes em torno do ano 900. O açafrão tem uma forte cor amarela e tem um gosto único e penetrante.

ÁGUA DE FLOR DE LARANJEIRA (MAÉ ZAHAR)
Essência típica da culinária sírio-libanesa, é utilizada para aromatizar vários doces.

ÁGUA DE ROSAS (MA'WARD)
Líquido bastante perfumado, extraídos de rosas e utilizados em doces e caldas.

ÁRAQUE (ARAK)

Síria

Capital: Damasco
Idioma: árabe
Moeda: libra síria
Clima: árido e mediterrâneo
Fuso horário (UTC): +2 (+3)

Síria tem uma população de mais de 14 milhões de habitantes. Etnicamente os sírios são de origem semítico. 90 por cento da população árabe, se inclui algumas minorias como os beduínos que somamuns 100.00. O resto se compõe de pequenos grupos de kurdos, armênios circassianos e turcos.

Pontos turísticos

Palmira– construída em meio ao deserto, ao pé de uma cadeia de colinas, suas ruínas romanas conservam o esplendor do império. Destruída por um grande incêndio e mais tarde por um terremoto, é possível visitar as ruínas do Templo de Baal, a Grande Colunata, a Ágora, e o Palácio Qala´at ibn Maan, um castelo árabe do século XVII.

Líbano

Capital: Beirute
Idioma: árabe (francês não oficial)
Moeda: libra libanesa
Clima: árido e mediterrâneo
Fuso horário (UTC): +2 (+3)

O Líbano possuí uma riquíssima cultura herdada desde remotas épocas, de influências que vão da Fenícia ao Império Romano e ao mundo árabe.

A cultura árabe como um todo - na qual a cultura libanesa está inserida - se destaca das demais por sua música, religião, danças entre outros aspectos. No Líbano é muito comum a dabke, dança em que várias pessoas dançam ao mesmo tempo de mãos dadas e andando em círculos através dos passos que conduz.

O árabe é a língua oficial do país, sendo falado na sua forma de dialecto libanês. Este dialecto é intelegível para os arabofónos do Médio Oriente, caracterizando-se pela presença de várias palavras estrangeiras oriundas do francês, inglês, turco e italiano.

Resoluções da ONU

Excertos da Resolução No. 181 de 28 de novembro de 1947.

Concernente ao plano de partilha da Palestina, ao futuro governo da Palestina e à internacionalização de Jerusalém

A Assembléia Geral tendo se reunido em sessão especial a pedido da Potência mandatária para criar e instruir um comitê especial para preparar-se para o exame da questão do futuro governo da Palestina na Segunda sessão reggular;
Tendo constituído um Comitê Especial e o instruído a investigar todas as questões e tópicos relevantes para o problema da Palestina, e a preparar propostas para a solução do problema e
Tendo recebido e examinado o relatório do Comitê Especial, recomenda ao Reino Unido, como potência mandatária para a Palestina, e todos os demais Membros das Nações Unidas a adoção e implementação, com vistas ao futuro governo da Palestina, do Plano de Partilha com a União Econômica apresentado abaixo:

Plano de Partilha com união econômica

Um Sinal de Esperança

Após uma outra guerra, a do “Yom Kippur” (Dia do Perdão), em 1973, o Egito agora sob a liderança de Anuar Sadat e Israel, do primeiro-ministro Menachem Begin, após visitas mútuas dos dois líderes à nação rival e por pressão americana, estabeleceram a “Paz de Camp-David”, em 1979.

Isso estimulou o difícil processo de paz na região, marcada por constantes operações militares e terrorismo.

Em 1993, após a “Conferência de Oslo”, o líder palestino Yasser Arafat e o primeiro-ministro de Israel, Yitzrak Rabin, concordaram na devolução progressiva, aos palestinos, de regiões da Cisjordânia, por Israel. Essa decisão teria motivado o assassinato de Rabin por um extremista judeu.

Guerra do Yom Kippur (Dia do Perdão)

Esta guerra aconteceu em 1973 e envolveu o Egito e a Síria contra Israel. Como os judeus mantiveram as áreas ocupadas em 1967, Síria e Egito fizeram um ataque surpresa a Israel durante o feriado judeu de Yom Kippur, o dia do perdão. Os israelenses responderam violentamente à ofensiva, mas os egípcios chegaram a penetrar 15 quilômetros em território judeu.

Damasco, na Síria, foi bombardeada e as tropas egípcias no Sinai foram isoladas. O conflito armado terminou em impasse e os israelenses não alteraram o território conquistado nas guerras anteriores.

Sob a interferência dos Estados Unidos, da União Soviética e da ONU, foram feitos acordos de cessar-fogo em 1973, 1974 e 1975.

A História de Jerusalém

Por Mahdi Abdul Hagi*

Guerra dos Seis Dias

Esta guerra envolveu Israel contra o Egito, a Jordânia e a Síria. A partir de 1959, com a criação do Al Fatah, cresceram os ataques terroristas palestinos às instalações judaicas. Cada ataque era respondido com uma retaliação israelense, muitas vezes maior que a investida sofrida e nem sempre dirigida especificamente contra os atacantes.

A tensão na região atingiu níveis críticos em 1966, quando a Síria passou a dar apoio aos guerrilheiros palestinos. Em abril de 1967, a Força Aérea israelense atacou a Jordânia e, no mês seguinte, o Egito colocou suas Forças Armadas em alerta.

O presidente Nasser ordenou a retirada das tropas da ONU do Egito e as substituiu por divisões egípcias, ocupando o golfo de Ácaba e bloqueando o porto israelense de Eilat, que recebia suprimentos petrolíferos do Irã.