Oriente Médio
Marrocos quer ampliar ambiente de negócios para melhorar qualidade de vida de seus habitantes
Casablanca (Marrocos) - Marrocos é o último país visitado pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge, que coordena missão empresarial brasileira ao Norte da África. O regime de governo é a monarquia, cujo rei Mohammed VI assumiu o trono em julho de 1999, promovendo ações em diversas áreas para melhorar o ambiente de negócios e a qualidade de vida dos cerca de 30,5 milhões de habitantes.
Os efeitos do esforço aparecem lentamente, ao lado de obras de infra-estrutura, saneamento e de construção de casas. Pelas ruas de Casablanca, a segunda maior cidade depois da capital Rabat, muita gente sobrevive do emprego informal, vendendo flores, frutas ou pequenas mercadorias. Outros, no entanto, têm bom padrão de vida, tocam seus empreendimentos e desfrutam de boas moradias e de carros novos de alto valor.
Agricultores brasileiros expõem alimentos no Oriente Médio
Brasília - De hoje até quinta-feira, agricultores brasileiros apresentam, nos Emirados Árabes Unidos, alimentos produzidos no país. Em parceria com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, o Ministério da Agricultura participa da Gulfood, a maior feira de alimentos do Oriente Médio, realizada em Dubai.
Segundo o ministério, a exposição tem como objetivo promover o agronegócio brasileiro na região e intensificar as vendas do país para o Oriente Médio. Ao todo, 14 empresas agrícolas, além de associações de produtores e exportadores, integram a missão brasileira.
Entre os produtos expostos no pavilhão do Brasil, estão café, ovos, derivados de leite, água de coco, mel, carnes, milho e frutas. As relações comerciais com o Oriente Médio está se expandindo. Segundo a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, as exportações para os países árabes atingiram US$ 9,8 bilhões no ano passado, 43% a mais que o registrado em 2007.
Oriente Próximo
Síntese da Política Brasileira com o Oriente Próximo
Tradicionalmente, a política externa brasileira para o Oriente Médio é orientada pelas seguintes premissas:
- existência no Brasil de grandes comunidades árabes e judaicas;
- interesse no êxito do processo de paz entre árabes e israelenses;
- importância estratégica do Golfo Árabe/Pérsico, cujos países detêm cerca de metade das reservas mundiais de petróleo, abrigam grande mercado consumidor e exportador e são expressivos investidores internacionais;
- relevância da área, verdadeiro centro nervoso internacional, para um país como o Brasil.
Colar de ouro
Caixa de Cigarros
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Bandeja
O Cedro do Libano

O Cedro do Líbano
Conhecida como árvore da vida, o Cedro do Líbano, ou Cedrus libani é uma arvore majestosa e antiqüíssima.
Há cerca de 3.000 a.C. esta árvore já era conhecida. Dentre a família dos cedros a árvore do Líbano é a mais longeva, vive centenas de anos.
Foi o forte do comércio fenício na antiguidade. Na construção do grande templo de Salomão o cedro do Líbano foi a madeira que mais teve aplicação. Os papiros comprovam a grande comercialização entre o Líbano e o Egito desta madeira.
Está mencionada muitas vezes na Bíblia Sagrada e em muitas mitologias, dizem que é o símbolo de força e de eternidade.
Especiarias Arabes
A utilização das especiarias é um marco da culinária árabe. Na comida árabe tudo tem um sabor peculiar. Conheça algumas especiarias e ingredientes utilizados em pratos árabes:

Açafrão
O nome vem do árabe zafaran, que significa amarelo. São pistilos secos de um arbusto especial que são colhidos manualmente. São necessários aproximadamente 80 mil pistilos para obter meio quilo da especiaria. Originário do Oriente, foi introduzido na Espanha pelos Árabes em torno do ano 900. O açafrão tem uma forte cor amarela e tem um gosto único e penetrante.
ÁGUA DE FLOR DE LARANJEIRA (MAÉ ZAHAR)
Essência típica da culinária sírio-libanesa, é utilizada para aromatizar vários doces.
ÁGUA DE ROSAS (MA'WARD)
Líquido bastante perfumado, extraídos de rosas e utilizados em doces e caldas.
Áraque(Arak)
