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Política | Tenda Árabe

Política

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Resoluções da ONU

Excertos da Resolução No. 181 de 28 de novembro de 1947.

Concernente ao plano de partilha da Palestina, ao futuro governo da Palestina e à internacionalização de Jerusalém

A Assembléia Geral tendo se reunido em sessão especial a pedido da Potência mandatária para criar e instruir um comitê especial para preparar-se para o exame da questão do futuro governo da Palestina na Segunda sessão reggular;
Tendo constituído um Comitê Especial e o instruído a investigar todas as questões e tópicos relevantes para o problema da Palestina, e a preparar propostas para a solução do problema e
Tendo recebido e examinado o relatório do Comitê Especial, recomenda ao Reino Unido, como potência mandatária para a Palestina, e todos os demais Membros das Nações Unidas a adoção e implementação, com vistas ao futuro governo da Palestina, do Plano de Partilha com a União Econômica apresentado abaixo:

Plano de Partilha com união econômica

O Imperialismo Europeu e o Sonho do Pan-arabismo

Em 1453, os otomanos, turcos originários da Ásia Central e convertidos ao islamismo, reunificaram grande parte do Império Muçulmano.

O Império Otomano deveu sua existência essencialmente à sua capacidade de enfrentar revoltas xiitas, de fazer vistas grossas e conciliatórias aos inúmeros conflitos regionais e disputas entre califados do conturbado e regionalista mundo árabe.

Paralelamente, estranhas concessões são feitas às nações européias à medida que estas crescem em poder político e industrial. É o Neocolonialismo. Nas palavras do britânico lorde Curzon, "trata-se de defender o nosso comércio, assim como vossa segurança".

Já em 1639, a Inglaterra tem um entreposto comercial em Basra, no sudeste da Mesopotâmia. Em 1839, os britânicos ocupam Aden. Em 1853 é assinado um suspeito tratado de paz perpétua para tráfego no Golfo Pérsico.

Lula convida líderes árabes a visitarem o Brasil

O presidente brasileiro enviou convite a vários líderes árabes por meio do chanceler Celso Amorim, que faz um giro pelo Oriente Médio. O presidente da Síria, Bashar Al-Assad, já se comprometeu a visitar o Brasil e o rei da Jordânia, Abdullah II, com o qual Amorim esteve ontem, afirmou que espera poder vir.

São Paulo – O presidente da Síria, Bashar Al-Assad, prometeu vir ao Brasil neste ano atendendo a um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Al-Assad recebeu o convite por meio de uma carta de Lula entregue pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que se encontrou com o presidente sírio na segunda-feira (11) durante um giro pelo Oriente Médio.

Organização pela Libertação da Palestina - OLP

A Organização pela Libertação da Palestina (OLP) é um "governo no exílio" dedicado ao objetivo de estabelecer um Estado palestino independente no território hoje ocupado por Israel. Formada em 1964, a OLP propôs-se coordenar e comandar o movimento nacionalista palestino. Politicamente, obteve muitas vitórias - desde 1964, mais de cem países passaram a reconhecê-la como representante legítima do povo palestino.

Um dos principais problemas da OLP tem sido uma consistente falta de consenso com relação ao uso da força militar. O primeiro líder da organização, Ahmad Chukeiry, era favorável a criação de um "exército no exílio" para destruir Israel com auxílio dos exércitos de outros Estados árabes. Mas, como a guerra de 1948-49 havia demostrado, essa era uma posição discutível, pois implacava uma dependência de forças não palestinas e a subordinação da OLP em termos militares.

Líderes Árabes

Yasser Arafat

Principal líder palestino, nasceu em Jerusalém, em 1929. Considerado por alguns como um perigoso terrorista, e por outros como o símbolo da resistência de um povo, Yasser Arafat é um personagem difícil de definir. Ele tem a proesa de se comunicar com os pacifistas israelenses e ao mesmo tempo com terroristas sírios. Começou lutando contra Israel aos 19 anos na Guerra da Palestina. Após a derrota, se refugia no Egito, e algum tempo depois, funda, no Kwait, a al-Fatah. Faz várias incursões na Cis-Jordânia, mas sem conseguir uma total insurreição armada nos territórios ocupados.

Em 1969, torna-se presidente da Organização pela Libertação da Palestina. Em 1974, faz um discurso histórico nas Nações Unidas. Sua sobrevivência política e física (quando muito de seus companheiros já morreram) faz dele um mito. Passa a ser visto como o único homem capaz de fundar o Estado Palestino.

Fundamentalismo

Fundamentalismo Islâmico

Liga Árabe

Mapa da Liga Árabe

A Liga Árabe, nome corrente para a Liga de Estados Árabes é uma organização de estados árabes fundada em 1945 no Cairo por sete países, com o objetivo de reforçar e coordenar os laços econômicos, sociais, políticos e culturais entre os seus membros, assim como mediar disputas entre estes. Atualmente a Liga Árabe compreende vinte e dois estados, que possuem no total uma população de 200 milhões de habitantes.

Os países-membros originais eram Líbano, Egito, Iraque, Síria, Emirado da Transjordânia (atual Jordânia), Arábia Saudita, Iêmen (Yemen) e representantes dos árabes palestinos. Posteriormente juntaram-se Sudão, Líbia, Tunísia, Marrocos, Kuait, Argélia, Iêmen do Sul, Bahrein, Qatar, Omã, Emirados Árabes Unidos, Mauritânia, Somália, a OLP (Organização para a Libertação da Palestina) e Djibuti.

Movimentos sociais do Mercosul dizem que integração não pode ser só comercial

Presidentes participam da foto oficial da 34ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul

La Paz (Bolívia) - A integração regional está saindo do papel, na opinião da presidente do Chile, Michelle Bachelet. Durante a assinatura de acordo para construção de um corredor ligando o Oceano Atlântico ao Pacífico, neste domingo (16 de Dezembro), em La Paz, ela afirmou que os países da região estão conseguindo transformar um “discurso hermoso em realidade”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, em seu discurso, que mais importante que o impulso ao comércio internacional é levar desenvolvimento a povos que antes ficavam “marginalizados”. Citou ainda alguns “alicerces importantes” para a integração, como o Mercosul, a União Sul-Americana de Nações (Unasul) e o recém-criado Banco do Sul.

Dirigindo-se ao presidente da Bolívia, Evo Morales, Lula afirmou que o país andino está “no coração da América do Sul” e, portanto, deve estar no centro de qualquer projeto de integração. O corredor passará por Chile, Bolívia e Brasil.