Desenvolvimento

Mundo árabe terá Cidades do Estilo

Um projeto imobiliário de US$ 7 bilhões pretende criar cidades voltadas para moda nos países árabes. Serão áreas residenciais e comerciais onde ficarão reunidas grandes grifes de luxo, além de outras atrações, como escolas do setor. As cidades serão implantadas nos Emirados Árabes, Catar, Marrocos, Tunísia e Índia. São Paulo – A companhia Abu Dhabi Investment House (ADIH) anunciou o lançamento da Style City, ou Cidade do Estilo, projeto imobiliário de 26 bilhões de dirhams (US$ 7 bilhões), que tem como objetivo reunir em um mesmo espaço físico as maiores marcas internacionais de moda, jóias, móveis e artigos de luxo. As informações foram divulgadas no site do jornal árabe Gulf News. O conceito da Style City, ou Porta da Moda, nome comercial do projeto, será implementado em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, Catar, Marrocos, Tunísia e Índia, por meio de contratos assinados pela ADIH com grandes construtoras nesses países.

Brasil promove mercado de capitais no Golfo

A Bovespa, a BM&F e outras entidades ligadas ao setor realizam no dia 21, em Dubai, um workshop com o objetivo de atrair investidores da região. A iniciativa, chamada de BEST, tem como meta promover o mercado brasileiro ao redor do mundo. São Paulo – Instituições brasileiras ligadas ao mercado de capitais promovem no dia 21 de abril, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, um seminário para investidores da região do Golfo Arábico. O evento faz parte de uma iniciativa batizada de BEST (Brazil: Excellence in Securities Transactions), promovida pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) e Associação Nacional de Bancos de Investimentos (Anbid), com o apoio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central e Secretaria do Tesouro Nacional.

Escolas públicas terão internet em alta velocidade até 2010, anuncia ministro

Brasília - As 55 mil escolas públicas da área urbana, onde estudam 80% dos alunos da rede pública de todo o país, vão poder contar, até o fim de 2010, com serviços de internet de alta velocidade, promovido por empresas telefônicas, dentro de um compromisso contratual de colaborar com a universalização das comunicações.

A medida foi anunciada hoje (20) pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, logo depois de encontro com representantes das empresas. Costa garantiu que, nos próximos dias, serão acertados os detalhes finais para garantir a implantação do serviço.

Em entrevista coletiva, o ministro falou que a isenção de cobrança de 27% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) na semana passada para os serviços de banda larga via satélite, “foi uma medida muito sensível e importante para a inclusão digital nas escolas”.

Movimentos sociais do Mercosul dizem que integração não pode ser só comercial

La Paz (Bolívia) - A integração regional está saindo do papel, na opinião da presidente do Chile, Michelle Bachelet. Durante a assinatura de acordo para construção de um corredor ligando o Oceano Atlântico ao Pacífico, neste domingo (16 de Dezembro), em La Paz, ela afirmou que os países da região estão conseguindo transformar um “discurso hermoso em realidade”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, em seu discurso, que mais importante que o impulso ao comércio internacional é levar desenvolvimento a povos que antes ficavam “marginalizados”. Citou ainda alguns “alicerces importantes” para a integração, como o Mercosul, a União Sul-Americana de Nações (Unasul) e o recém-criado Banco do Sul.

Dirigindo-se ao presidente da Bolívia, Evo Morales, Lula afirmou que o país andino está “no coração da América do Sul” e, portanto, deve estar no centro de qualquer projeto de integração. O corredor passará por Chile, Bolívia e Brasil.

Brasil é a sexta economia do mundo

Banco Central do Brasil

Brasília - O Brasil subiu de sétima para sexta economia do mundo, segundo relatório divulgado dia 18 de Dezembro pelo Banco Mundial. O Programa de Comparação Internacional (ICP, na sigla em inglês) comparou o tamanho da economia de 146 países.

O documento revelou que o Brasil responde por metade da economia da América do Sul. Segundo o relatório, os gastos governamentais brasileiros correspondem a dois terços das despesas dos governos da região.

A pesquisa tem como base os números de 2005, quando toda a riqueza produzida em todo o mundo somou US$ 55 trilhões. O texto diz que 40% de todas as mercadorias e serviços produzidos saíram dos países em desenvolvimento.

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